Rota das Gemas & Jóias
Lançada em 19 de junho de 2008, durante o 3º Salão Nacional do Turismo, em São Paulo, a Rota das Gemas & Jóias envolve cidades que exploram o mercado de gemas e jóias do Rio Grande do Sul, mostrando a cultura derivada desta atividade econômica.
Fazem parte da Rota sete municípios gaúchos: Porto Alegre, Estrela, Lajeado, Guaporé, Soledade, Frederico Westphalen e Ametista do Sul.
Cada cidade que integra o roteiro apresenta suas principais particularidades, que acabam envolvendo o turista não apenas pelos produtos específicos do setor, mas pela cultura diferenciada de cada região.

Porto Alegre apresenta o Museu de Ciências da Pontifícia Universidade Católica – PUC/RS e os Museus de Geologia e Mineralogia.
Estrela e Lajeado são conhecidas pela manipulação das pedras. Em Estrela, localizada às margens do rio Taquari, o grande diferencial é que o visitante pode lapidar sua própria pedra, além de visitar as lojas de pedras e desfrutar da gastronomia colonial (o Município também faz parte da Rota das Delícias da Colônia).
Lajeado, pólo econômico, cultural, político-administrativo e educacional de destaque no Estado, concentra os locais de industrialização e comercialização de gemas e possui escola de lapidação.
Guaporé destaca-se pela produção de jóias e lingerie e, por isso, tornou-se Pólo Gaúcho nesses segmentos. Seu Plano Diretor segue as normas delineadas há 100 anos, fazendo da cidade uma das mais bem traçadas do Estado. A população guaporense é alegre e hospitaleira, dando-lhe o título de Capital da Hospitalidade. Entre os principais atrativos turísticos encontra-se o Morro do Cristo e a Igreja Matriz Santo Antônio (Turismo Religioso), Kartódromo e o Autódromo Dr. Nelson Luiz Barro, palco de belíssimas provas automobilísticas, incluindo a Fórmula Truck. Guaporé também faz parte do Roteiro Uva e Vinho.
Soledade é considerada o maior centro de comercialização de gemas do sul do Brasil: ametista, calcita, citrino, gipsita.
Frederico Westphalen oferece visitas a minas de ametista e de calcita a céu aberto.
Ametista do Sul destaca-se por possuir as maiores jazidas de ametista do mundo e o Museu Ametista Parque, com sua coleção de pedras raras e mina de garimpo com galerias subterrâneas que podem ser visitadas pelos turistas.
Os atrativos da "ROTA DAS GEMAS & JÓIAS"
PORTO ALEGRE:
Museu de Ciências da PUCRS.
Museus de Geologia e Mineralogia.
Ônibus Linha Turismo.
ESTRELA:
Visita à Coopedras.
City tour.
Rota "Delicias da Colônia".
LAJEADO:
Visita aos pontos de industrialização e venda de gemas (Produtos em Ágata, Ametista e Citrino).
Visita aos parques Histórico e Imigrante.
GUAPORÉ:
Visita ao centro de compras da cidade, maior centro produtor de jóias foleadas e lingerie.
SOLEDADE:
Visita ao maior centro de vendas de gemas do sul do Brasil - peças especiais em Ametista, Calcita, Citrino e Gipsita, jóias e pedras brutas.
FREDERICO WESTPHALEN:
Visita à Mina de Calcita.
AMETISTA DO SUL:
Visita ao Museu Ametista Parque e coleção de pedras raras, Mina de Garimpo, com galerias subterrâneas para receber o turista, igreja decorada em pedras preciosas e a Pirâmide de Energização.
Compras de pedras preciosas e jóias.
PRINCIPAIS GEMAS DO RIO GRANDE DO SUL
AMESTISTA - Pedra preciosa de cor roxa, devido à presença de pequena quantidade de ferro. Quanto mais escura, mais cara. É a gema mais valiosa do Rio Grande do Sul, sendo encontrada na Região Norte do Estado, especialmente no Médio-Alto Uruguai. É considerada símbolo da sinceridade e da lucidez. Seu nome provém do grego Amethystos (não ébrio), porque acreditava-se que as bebidas alcoólicas, se tomadas em cálice feito com essa pedra, não provocavam embriaguez. É usada nos anéis dos bispos e de formatura dos professores.
ÁGATA - É a gema mais abundante do Estado. Caracteriza-se por possuir faixas de diferentes cores ou tons, que podem ser naturais ou tingidas. Cerca de 90% das ágatas produzidas no mundo são tingidas. No Rio Grande do Sul, porém, apenas 40% passam por esse processo. Uma ágata nunca é igual a outra, daí a variedade de nomes que recebe: ágata arco-íris, ágata-anel, ágata-buquê. É muito usada em jóias e objetos decorativos há mais de 3000 anos. Seu nome deriva de Achates, rio da Sicília, na Itália, hoje denominado Drillo.
CRISTAL DE ROCHA - Muito abundante no Estado, associa-se à ágata e à ametista e apresenta-se incolor. É apreciado como peça de coleção e muito usado na cristaloterapia.
CITRINO - É uma variedade de quartzo de cor amarela ou laranja, eventualmente vermelha. É extremamente raro no Estado, mas obtido em grande escala por aquecimento da ametista, sendo vendido às vezes sob a denominação equivocada de Topázio Rio Grande. A obtenção do citrino por tratamento térmico ocorre quando a ametista tem cor fraca ou irregular, podendo-se assim obter material de valor superior ao da ametista original.
CALCITA - Além de branca, mais comum, pode ser incolor, azul, amarelo, esverdeada, vermelha, cinza. Utilizada (erroneamente) pelo mercado através dos nomes jade mexicano, alabastro oriental, onix mexicano e californiano.
GIPSITA - Usado principalmente na fabricação de cimento, é também utilizado para a fabricação de ácido sulfúrico, cerveja, moldes para fundição, giz, vidros, esmaltes e gesso. A industria cimenteira é a maior consumidora.
Dentre as demais gemas formadas nos basaltos, merecem destaque na Rota das Pedras Preciosas o Jaspe (geralmente verde), a Cornalina (variedade de calcedônia vermelha e alaranjada), o Ônix e a Obsidiana.
Informações Turísticas
IMITUR Viagens e Turismo: www.imitur.com.br - (51) 3754-1112
ROTA CULTURAL - www.rotacultural.com.br - (51) 3348-1649
FELLINI TURISMO - www.felliniturismo.com.br - (51) 3228-6388
Fotos
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Coopedras |
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Coopedras |
Visita a Coopedras oferece a venda de produtos e o acompanhamento da transformação das pedras preciosas
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